O silêncio
No canto do quarto o suor frio
Nas mãos úmidas a dor calafrio
No grito travado, o silêncio sombrio
No olhar calmo sorriso vazio
Desdenha da alegria amargando o cansaço
Eleva a dor como elo da culpa para almejar o perdão
Da noite temia a escuridão
Massa repousa teu corpo no meu.
Tão suave e tão árduo olhar viu, viril e.
Tão cálido.
Arrebenta meu ego discreto sutil.



3 Comments:
A sensualidade é a forma sutil de falar em amor.
Está ótimo!
Sílvio
parabéns pela profundidade sutil da sua escrita.
a diferença de poesia pra qualquer outra forma de escrita, é que ela causa sensações...
Belo poema.
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