Poesia, um idioma da percepção:"Mesmo no meio do nevoeiro, não é difícil constatar que também não sei fazer poesias." (Carlos Alberto Coelho)
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13 janeiro, 2007

O silêncio

No canto do quarto o suor frio
Nas mãos úmidas a dor calafrio
No grito travado, o silêncio sombrio
No olhar calmo sorriso vazio
Desdenha da alegria amargando o cansaço
Eleva a dor como elo da culpa para almejar o perdão
Da noite temia a escuridão
Massa repousa teu corpo no meu.
Tão suave e tão árduo olhar viu, viril e.
Tão cálido.
Arrebenta meu ego discreto sutil.

3 Comments:

Blogger SV said...

A sensualidade é a forma sutil de falar em amor.

Está ótimo!

Sílvio

1/17/2007  
Anonymous Anônimo said...

parabéns pela profundidade sutil da sua escrita.
a diferença de poesia pra qualquer outra forma de escrita, é que ela causa sensações...

1/25/2007  
Blogger Klatuu o embuçado said...

Belo poema.

2/17/2007  

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